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  • Críticos do liberalismo e da economia de mercado criaram há muito tempo o hábito de inventar termos que (nós liberais) jamais usaríamos para nos descrever. O mais comum deles é “neoliberal” ou “neoliberalismo”, que parece significar o que quer que os críticos desejem que signifique para descrever as ideias que eles não gostam. Na medida em que os termos têm definições claras, eles certamente não coincidem com as visões reais…

  • No final deste mês, o Banco Mundial divulgará uma nova descoberta que associa a redução da pobreza a como é fácil para os governos do mundo fazer com que os pobres tomem decisões econômicas por conta própria. A descoberta coloca mais pressão sobre os EUA, o Reino Unido e outros grandes financiadores do desenvolvimento para que repensem suas estratégias de doação. O relatório anual Doing Business classifica os países com…

  • Mais cedo esse ano, o Centro Groningen de Desenvolvimento e Crescimento – CGDC lançou uma nova edição do banco de dados do Projeto Maddison, que fornece informações sobre crescimento global e níveis de renda no curso de longos períodos. A versão de 2018 dos dados abrange 169 países até o ano de 2016. Algumas informações, que tratam de partes da Europa e do Oriente Médio, remontam à época de Cristo.…

  • Uma das minhas grandes frustrações (e existem muitas) é que a sabedoria popular sobre a história econômica está muitas vezes errada. É muito comum os estudantes aprenderem coisas que simplesmente não são verdadeiras. Os livros de história geralmente promovem o mito de que o capitalismo causou a Grande Depressão e que as políticas de Franklin Delano Roosevelt salvaram a economia. Os livros de história geralmente promovem o mito de que…

  • Todo o estudo da economia se iniciou de uma tentativa de entender o que faz com que algumas regiões do mundo sejam mais prósperas do que outras. Em 1776, Adam Smith escreveu sua magistral obra Uma investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações. Pensadores anteriores a ele já haviam tratado de assuntos que hoje colocaríamos sob o escopo dessa ciência, mas o trabalho de Smith desencadeou…

  • O excelente artigo de Robert Colvile tratando da incompreensão do príncipe Charles sobre as causas da pobreza africana oferece uma boa oportunidade para examinar mais de perto a história econômica de África. A pobreza africana não foi causada pelo colonialismo, capitalismo ou pelo livre comércio. Como observei anteriormente, muitas das antigas dependências europeias tornaram-se ricas precisamente porque mantiveram muitas das instituições coloniais e participaram no comércio global. A pobreza africana…

  • Neste último final de semana, a The Economist publicou um curto vídeo em sua página no Facebook chamado “O ano do 1%”. O vídeo mostra um gráfico sobre o planeta Terra vista do espaço enquanto uma voz narra: 2016 está marcado para ser um mundo mais desigual do que nunca. Pela primeira vez, o 1% mais rico desfrutará de uma fatia maior da riqueza global do que os outros 99%.…

  • Já escrevi anteriormente que muitas nações europeias estão condenadas ao caos demográfico e ao caos fiscal, mas muita gente não se importa tanto com o futuro. Bernie Sanders, por exemplo, olha para nações como Dinamarca e Suécia de hoje e diz que os Estados Unidos deveriam copiar seus caros Estados do bem-estar social. Ele tem razão? Bom, depende dos parâmetros. Se, por qualquer razão, alguém estivesse segurando uma arma contra…

  • Toda vez que há uma discussão sobre as nações nórdicas, eu me sinto confuso. Eu não gosto de impostos punitivamente altos e níveis de redistribuição social destrutivos em nações como a Dinamarca, mas eu admiro as políticas de laissez-faire que esses países têm em relação a regulamentação, comércio e direitos de propriedade. De fato, nesses últimos pontos, vale notar que as nações nórdicas são mais economicamente livres que os Estados…

  • Eu não me importo se é chamado de socialismo, fascismo, ou comunismo, estatismo é mau e destrutivo. Tomar parcialmente esse caminho com o “socialismo democrático” pode evitar a brutalidade, mas o resultado final ainda é a miséria econômica. Na esperança de provar o meu ponto, eu utilizo desde humor até análise teórica. Mas minha abordagem favorita, baseada em décadas de experiência em conversas individuais, discursos públicos e briefings pessoais, é…

  • A grande jornalista, novelista e escritora de viagem do século XX Martha Gellhorn (1908 – 1998) estava bem familiarizada com guerras, fome e doença – que ela insistia em ver com seus próprios olhos. Em 1937, ela estava em Madrid e testemunhou o fim obscuro da guerra civil espanhola. Em 1938, ela estava em Praga quando milhares de Tchecos desalojados, que estavam escapando das Sudetas depois do Acordo de Munique,…

  • “O que causa a pobreza? Nada. Ela é o estado original, o padrão e o ponto inicial. Na verdade, a pergunta é: o que causa a prosperidade?” – Per Bylund Pobreza é o estado ou a condição de possuir pouco ou nenhum dinheiro, patrimônio ou meios de suporte. A pobreza inclui elementos econômicos, sociais e políticos. Um padrão de vida pobre pode incluir o acesso restrito a água potável, uma…

  • Durante sua histórica viagem a Cuba, o presidente Obama ouviu críticas de Raul Castro sobre a hipocrisia, “dois pesos e duas medidas”, do governo norte-americano quando o assunto é direitos humanos. Obama respondeu “o presidente Castro apontou que assegurar que todas as pessoas tenham uma educação decente ou acesso à saúde, além de um sistema de previdência, também deveria se enquadrar na categoria de direitos humanos. Pessoalmente, eu não discordo.”…

  • No início deste ano foi publicada uma análise chamada “O acúmulo de riqueza na prática”. Este estudo levou em consideração os dados de 2014, e nele foi evidenciado que o acumulo de riqueza no Brasil estava caindo. Ao atualizá-lo com dados de 2015 observa-se que a tendência continua. Lembrando que o relatório fonte dos dados utiliza informações do meio do ano como base, divulgado anualmente em outubro. Recordando algumas afirmações…

  • Há uns tempos escrevi um artigo sobre as reformas necessárias à resolução das crises político-económicas na zona euro [1]. Apercebo-me que talvez tenha sido inocente ao imaginar que o Estado pudesse de alguma forma recuar na sua coerção sobre o indivíduo, isto é, sem quaisquer “incentivos” para isso. A probabilidade, até à luz de recentes eventos bárbaros, é que os cidadãos, na sua maioria, aceitem sucessivamente mais restrições na sua…