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Os comentaristas de esquerda estão lutando para enfrentar o colapso econômico da Venezuela. No início de agosto, a professora da Universidade de Stanford Terry Lynn Karl juntou-se ao refrão alegando que a queda dos preços do petróleo é o problema. É verdade que o preço do petróleo caiu de cerca de US$ 100 por barril em 2014 para cerca de US$ 50 em 2017. Mas as políticas socialistas exacerbaram a crise do petróleo e criaram a pobreza que vemos na Venezuela hoje. Recursos não ditam prosperidade. As sociedades de livre mercado são menos afetadas pela queda dos preços das commodities, em parte porque sua riqueza não depende de matérias-primas. Hong…

Como parte da coluna de ontem sobre crescimento global, pobreza e desigualdade, percebi que escrevi muitas colunas sobre política econômica na China, mas não foquei uma só vez na política geral da Índia. Na verdade, uma rápida olhada nos arquivos revela que apenas três colunas chegaram mesmo a abordar políticas específicas na Índia. E todas elas foram negativas. O maltrato do governo indiano às escolas privadas A guerra do governo indiano contra o dinheiro em espécie Um membro indiano do Hall da Fama Burocrata Então é o momento de avaliar a política econômica geral na Índia, o que significa que esta é uma oportunidade para ressaltar que existem alguns desenvolvimentos…

Propostas de reforma tributária recentes deram início a uma guerra sobre a economia. Enquanto o debate prossegue inflamado sobre o impacto dos cortes de impostos no crescimento e na receita, a justificativa moral para uma tributação menor passou ao largo. Os críticos, previsivelmente, iniciaram uma ofensiva contra a ideia de que o contribuinte deve ficar com mais de seu próprio dinheiro. Um artigo de opinião critica “a crença mística que enormes cortes de impostos podem pagar por si próprios ao permitir maior crescimento econômico.” Outro ataca a suposta falta de financiamento para “pagar” pelos cortes de imposto, e depois desqualifica os cortes como simples “benefícios para os ricos”. Outros ainda…

O problema da desigualdade tem sido frequentemente considerado um dos maiores problemas sociais da nossa geração. A preocupação generalizada com as grandes disparidades de renda e riqueza alimentou sentimentos antiglobalização ao redor de todo o mundo e ameaça prejudicar os avanços no comércio, investimentos e imigração que temos visto. Um problema fundamental é que discussões contemporâneas sobre a desigualdade têm muitas vezes confundido ela com a pobreza. Não só a desigualdade e a pobreza são conceitualmente diferentes, como uma falha na distinção entre elas pode levar a conclusões problemáticas sobre políticas. Adicionalmente, quando os defensores do mercado criticam políticas redistributivas e programas de assistência do governo, são vistos como anti-pobres.…

Hoje mais cedo, o Instituto Fraser publicou a 21ª edição do relatório anual da Liberdade Econômica do Mundo. O think-tank canadense usa 42 dados estatísticos em cinco áreas diferentes (tamanho do governo, direito à propriedade privada, estabilidade econômica, liberdade de comércio internacional e regulamentação) para ranquear a liberdade econômica de 159 países e territórios. Os resultados? Como diz Johan Norberg, "a liberdade é maravilhosa". O que ele quer dizer é que - quase sem exceção - quanto mais livre é o país, mais rápido é seu crescimento econômico e mais alta é a renda de seus cidadãos. O relatório completo está disponível no site do Institute Fraser. Mas aqui estão…

É maravilhoso que a Oxfam reconheça o "progresso surpreendente na redução da pobreza" nas últimas décadas, e que "os negócios podem ser uma grande força para o bem" a este respeito. Mas eu quero ser ganancioso. Quero que a Oxfam e todas as outras organizações que, com louvável razão, desejam ver uma redução na extensão da pobreza global, deem mais um passo: reconheçam que muito desse progresso surpreendente andou lado a lado com o crescimento e a difusão do livre comércio, da democracia, dos direitos de propriedade e do estado de direito em todo o mundo. Esta semana, houve um debate no CapX - antes de um debate semelhante organizado…

O papel do economista – apontar a incompatibilidade do planejamento central como um meio de atingir o nível de bem-estar que os países buscam – foi definido como uma “tarefa ingrata, (pois) a maioria das pessoas são intolerantes a qualquer crítica às suas crenças econômicas e sociais... (e) não entendem que as objeções levantadas se referem apenas aos métodos inadequados e não rejeitam os objetivos finais de seus esforços” (Mises, 1944). Porém, em circunstâncias como as da Venezuela atual, esta tarefa é ao mesmo tempo ingrata e completamente desanimadora. Uma série de fotografias publicadas recentemente e uma investigação da Reuters apresentaram um trágico resumo da situação atual no país sul-americano,…

Imagens de cidadãos aguardando em linha para obter bens básicos – papel higiênico, farinha, leite – em supermercados por toda a Venezuela abundam pela internet. Essas imagens surreais são a norma na Venezuela de hoje. Dos anos 50 até o fim dos anos 90, a Venezuela era o país mais estável política e economicamente da América Latina. Avance para os dias de hoje, e a Venezuela não está apenas atravessando um colapso econômico sem precedentes, mas está também à beira de se tornar um Estado falido. Entendendo a crise de escassez na Venezuela Como pôde um país que já fora tão próspero cair a níveis tão baixos? Economia básica impõe…

Quando você dá dinheiro às pessoas sob condição de que elas não ganhem muito dinheiro, você cria um incentivo perverso para que elas sejam improdutivas. Principalmente porque, quando as pessoas trabalham mais e ganham mais, elas são atingidas por uma combinação de menos benefícios e mais impostos. O resultado final são alíquotas implícitas muito altas de imposto, em alguns casos subindo além de 100%. Não é necessário dizer que é muito ingênuo ter um Estado do bem-estar social que coloca as pessoas nessa situação insustentável onde o bem-estar social se torna uma forma de areia movediça econômica. E também é ingênuo punir as pessoas que estão puxando o vagão com…

Talvez seja só porque sou criterioso, mas parece que comparar as taxas de crescimento de longo prazo entre vários países cria um argumento matador para a superioridade do livre-mercado e do Estado pequeno. Quer seja Coreia do Norte contra Coreia do Sul, Cuba contra o Chile, ou Ucrânia contra Polônia, nações com governos inchados e com mais intervenção inevitavelmente afundam em comparação com alternativas orientadas para o mercado. Isso é uma prova muito convincente, na minha humilde opinião, mas me pergunto se não é excessivamente persuasivo por ser muito seco e analítico. Talvez eu deva me concentrar mais no custo humano do estatismo. E não apenas compartilhando dados sobre baixos…

Neste último final de semana, a The Economist publicou um curto vídeo em sua página no Facebook chamado “O ano do 1%”. O vídeo mostra um gráfico sobre o planeta Terra vista do espaço enquanto uma voz narra: 2016 está marcado para ser um mundo mais desigual do que nunca. Pela primeira vez, o 1% mais rico desfrutará de uma fatia maior da riqueza global do que os outros 99%. O gráfico da The Economist me lembrou de outro gráfico que também mostra duas linhas que em dado momento se cruzam, mas que contam uma história bem diferente. Apesar do crescimento populacional, há menos pessoas vivendo em extrema pobreza hoje…

O socialismo está de volta à moda, principalmente entre jovens universitários americanos. Eles são jovens demais para se lembrarem da Guerra Fria, e poucos estudam história. Esse é, portanto, um bom momento para lembrar à geração Y o que o socialismo rendeu – especialmente em alguns dos países mais pobres do mundo. Aqueles de nós que se lembram do início da década de 80, sempre se lembrarão das imagens de crianças etíopes passando fome. Com umbigos engolidos por kwashiorkor e olhos cobertos de moscas, essas foram as inocentes vítimas dos Derg – um grupo de militantes marxistas que tomaram o governo etíope e usaram a inanição como forma de dominar…

“O que causa a pobreza? Nada. Ela é o estado original, o padrão e o ponto inicial. Na verdade, a pergunta é: o que causa a prosperidade?” – Per Bylund Pobreza é o estado ou a condição de possuir pouco ou nenhum dinheiro, patrimônio ou meios de suporte. A pobreza inclui elementos econômicos, sociais e políticos. Um padrão de vida pobre pode incluir o acesso restrito a água potável, uma casa em péssimas condições e/ou ausência de dinheiro suficiente para suprir outras necessidades básicas de uma pessoa, tais como alimentação e saúde. Existem diversos métodos para quantificar a pobreza presente ao redor do mundo, mas o método de análise mais…

O que explica as diferenças dramáticas de desempenho econômico entre as duas Américas? Considere os números do Produto Interno Bruto (PIB) disponibilizados pelo Banco Mundial – uma medida de sucesso econômico. Nós queremos que as pessoas tenham um nível de vida adequado, especialmente as pobres. E se formos ambiciosos, queremos que as pessoas tenham um padrão de vida bom – incluindo a compra de bens de maior valor agregado; alimentação, educação e saúde de qualidade; e viagens. Os dados do PIB são surpreendentes. Comece com um país pobre como a Bolívia, com PIB per capita de US$ 3.000. No Paraguai, as pessoas são 50% mais prósperas com US$ 4.500. Os…

Um dos motivos por que algumas pessoas veem o liberalismo econômico com certo ceticismo é a impressão que têm de que ele faria piorar a situação da população pobre. Pressupõe-se que é o Estado que garante a essas pessoas um mínimo de qualidade de vida, e que retirar essa muleta seria condená-los à inevitável miséria. Esse artigo investiga se essa impressão tem ou não respaldo na realidade. Faremos isso comparando, para todas as 114 economias para as quais há dados disponíveis, seu grau de liberdade econômica e o padrão de vida de sua população mais pobre. Se a suposição acima for verdadeira, encontraremos uma relação negativa entre essas duas medidas.…

Muita gente pensa que a liberdade econômica é boa para os ricos e ruim para os pobres. Geralmente se acredita que há uma competição entre as pessoas, uma luta de classes, e que se o Estado deixá-las interagirem sozinhas entre elas, os ricos sempre levarão a melhor, e os pobres estarão em situação cada vez pior. A partir daí se justifica uma série de intervenções do Estado na economia: impostos elevados, enormes empresas estatais, regulamentação de setores da economia, da relação trabalhista entre empregado e empregador, e por aí vai. Mas será que a premissa onde tudo isso se baseia é mesmo verdadeira? Esse post investiga qual é a real…

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