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Os comentaristas de esquerda estão lutando para enfrentar o colapso econômico da Venezuela. No início de agosto, a professora da Universidade de Stanford Terry Lynn Karl juntou-se ao refrão alegando que a queda dos preços do petróleo é o problema. É verdade que o preço do petróleo caiu de cerca de US$ 100 por barril em 2014 para cerca de US$ 50 em 2017. Mas as políticas socialistas exacerbaram a crise do petróleo e criaram a pobreza que vemos na Venezuela hoje. Recursos não ditam prosperidade. As sociedades de livre mercado são menos afetadas pela queda dos preços das commodities, em parte porque sua riqueza não depende de matérias-primas. Hong…

O novo índice Liberdade Econômica do Mundo classifica 159 países a partir de cinco medidas de liberdade econômica: tamanho do governo, sistema jurídico e direitos de propriedade, moeda forte, liberdade para comercializar internacionalmente e regulamentação. Publicado pelo Fraser Institute, os dados mostram uma forte correlação entre liberdade econômica e progresso humano. Pessoas que vivem nos países que compõem o quarto mais economicamente livre não só têm maior PIB per capita do que aqueles no quarto inferior, como também vivem mais, gozam de maior liberdades política e civil e tendem a ser mais felizes com suas vidas. Paridade de gênero importa Pela primeira vez, o índice mudou a sua metodologia para…

Hoje mais cedo, o Instituto Fraser publicou a 21ª edição do relatório anual da Liberdade Econômica do Mundo. O think-tank canadense usa 42 dados estatísticos em cinco áreas diferentes (tamanho do governo, direito à propriedade privada, estabilidade econômica, liberdade de comércio internacional e regulamentação) para ranquear a liberdade econômica de 159 países e territórios. Os resultados? Como diz Johan Norberg, "a liberdade é maravilhosa". O que ele quer dizer é que - quase sem exceção - quanto mais livre é o país, mais rápido é seu crescimento econômico e mais alta é a renda de seus cidadãos. O relatório completo está disponível no site do Institute Fraser. Mas aqui estão…

Pronuncia-se "lá-sê-fér". As origens francesas do termo datam do final da Renascença. Diz a lenda que foi usado pela primeira vez no ano de 1680, época em que o Estado-nação estava em ascensão em toda a Europa. O Ministro das Finanças francês, Jean-Baptiste Colbert, perguntou a um comerciante chamado M. Le Gendre o que o Estado poderia fazer para promover a indústria. De acordo com a lenda, a resposta foi: "Laissez-nous faire", ou "deixe ser". Este incidente foi relatado em 1751 no Journal Oeconomique pelo renomado defensor do livre comércio Rene de Voyer, o Marquês d'Argenson. O slogan foi codificado, finalmente, nas palavras de Vincent de Gournay: "Laissez-faire et laissez-passer,…

Uma das reclamações comuns em relação a permitir que as pessoas vivam suas vidas livres de interferências políticas é que muitas delas não são capazes o suficiente para administrar suas próprias vidas. Tais críticas são geralmente respostas ao argumento feito por muitos do outro lado, o de que a razão pela qual às pessoas deve ser permitida a liberdade é precisamente que nós somos capazes o suficiente para administrar nossas próprias vidas perfeitamente bem. Vamos começar com um ponto que talvez seja óbvio: se humanos não são capazes o suficiente para administrar suas próprias vidas, por que devemos acreditar que existem humanos capazes o suficiente para administrar a vida dos…

O senador Bernie Sanders deseja aumentar drasticamente o fardo do Estado e alega que suas políticas não levarão à miséria econômica porque países como a Suécia mostram que é possível ter um país próspero com um forte estado de bem-estar social. Talvez, mas há graus de prosperidade. E um grande setor público impõe um fardo significante nas nações nórdicas, resultando em padrões de vida abaixo do nível americano de acordo com dados da OCDE. Além do mais, de acordo com a pesquisa de um economista sueco, pessoas de descendência escandinava nos EUA produzem e recebem muito mais do que seus correspondentes nos países de origem. Isso não é exatamente um…

Já escrevi anteriormente que muitas nações europeias estão condenadas ao caos demográfico e ao caos fiscal, mas muita gente não se importa tanto com o futuro. Bernie Sanders, por exemplo, olha para nações como Dinamarca e Suécia de hoje e diz que os Estados Unidos deveriam copiar seus caros Estados do bem-estar social. Ele tem razão? Bom, depende dos parâmetros. Se, por qualquer razão, alguém estivesse segurando uma arma contra minha cabeça e exigisse que copiássemos as políticas de alguma nação da União Europeia, os países nórdicos estariam entre minhas primeiras escolhas. Sim, seus Estados de bem-estar social são grandes demais, mas eles de alguma forma compensam esse erro ao…

Uma crença que ressalto repetidas vezes é que estamos em guerra – não uma guerra física, com troca de tiros, mas uma guerra capaz de se tornar tão destrutiva e custosa quanto. A batalha pela preservação e avanço da liberdade não é uma batalha contra personalidades, mas contra ideias opostas. O autor francês Victor Hugo declarou que “pode-se resistir à invasão de exércitos, não à invasão de ideias”. Essa declaração é frequentemente reproduzida como “nada é mais poderoso do que uma ideia cujo tempo chegou”. Ideias tiveram consequências tremendas. Elas determinaram o curso da história. O feudalismo existiu por mil anos em grande parte porque eruditos, professores, intelectuais, educadores, clérigos, e políticos…

Toda vez que há uma discussão sobre as nações nórdicas, eu me sinto confuso. Eu não gosto de impostos punitivamente altos e níveis de redistribuição social destrutivos em nações como a Dinamarca, mas eu admiro as políticas de laissez-faire que esses países têm em relação a regulamentação, comércio e direitos de propriedade. De fato, nesses últimos pontos, vale notar que as nações nórdicas são mais economicamente livres que os Estados Unidos, de acordo com especialistas do Fraser Institute que preparam o Economic Freedom of the World. Consideremos o exemplo da Suécia. O país tem um programa robusto de vouchers escolares e um sistema de previdência social parcialmente privatizado. Além disso,…

Eu não me importo se é chamado de socialismo, fascismo, ou comunismo, estatismo é mau e destrutivo. Tomar parcialmente esse caminho com o “socialismo democrático” pode evitar a brutalidade, mas o resultado final ainda é a miséria econômica. Na esperança de provar o meu ponto, eu utilizo desde humor até análise teórica. Mas minha abordagem favorita, baseada em décadas de experiência em conversas individuais, discursos públicos e briefings pessoais, é compartilhar comparações entre países. Tais evidências do mundo real parecem ser as mais persuasivas. Então está na hora de aumentar essa coleção. Vamos voltar em 2011, quando Catherine Rampell estava com o The New York Times e escreveu uma coluna…

A grande jornalista, novelista e escritora de viagem do século XX, Martha Gellhorn, (1908 – 1998) estava bem familiarizada com guerras, fome e doença – que ela insistia em ver com seus próprios olhos. Em 1937, ela estava em Madrid e testemunhou o fim obscuro da guerra civil espanhola. Em 1938, ela estava em Praga quando milhares de Tchecos desalojados, que estavam escapando das Sudetas depois do Acordo de Munique, encheram estações de trens em busca de comida e abrigo. Em 1945, ela acompanhou o sétimo exército americano na libertação do campo de concentração de Dachau dos homicidas nacional-socialistas. Gellhorn foi uma das primeiras mulheres correspondentes de guerra e feministas…

“O que causa a pobreza? Nada. Ela é o estado original, o padrão e o ponto inicial. Na verdade, a pergunta é: o que causa a prosperidade?” – Per Bylund Pobreza é o estado ou a condição de possuir pouco ou nenhum dinheiro, patrimônio ou meios de suporte. A pobreza inclui elementos econômicos, sociais e políticos. Um padrão de vida pobre pode incluir o acesso restrito a água potável, uma casa em péssimas condições e/ou ausência de dinheiro suficiente para suprir outras necessidades básicas de uma pessoa, tais como alimentação e saúde. Existem diversos métodos para quantificar a pobreza presente ao redor do mundo, mas o método de análise mais…

Muita gente pensa que a liberdade econômica é boa para os ricos e ruim para os pobres. Geralmente se acredita que há uma competição entre as pessoas, uma luta de classes, e que se o Estado deixá-las interagirem sozinhas entre elas, os ricos sempre levarão a melhor, e os pobres estarão em situação cada vez pior. A partir daí se justifica uma série de intervenções do Estado na economia: impostos elevados, enormes empresas estatais, regulamentação de setores da economia, da relação trabalhista entre empregado e empregador, e por aí vai. Mas será que a premissa onde tudo isso se baseia é mesmo verdadeira? Esse post investiga qual é a real…

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