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O novo índice Liberdade Econômica do Mundo classifica 159 países a partir de cinco medidas de liberdade econômica: tamanho do governo, sistema jurídico e direitos de propriedade, moeda forte, liberdade para comercializar internacionalmente e regulamentação. Publicado pelo Fraser Institute, os dados mostram uma forte correlação entre liberdade econômica e progresso humano. Pessoas que vivem nos países que compõem o quarto mais economicamente livre não só têm maior PIB per capita do que aqueles no quarto inferior, como também vivem mais, gozam de maior liberdades política e civil e tendem a ser mais felizes com suas vidas. Paridade de gênero importa Pela primeira vez, o índice mudou a sua metodologia para…

O problema da desigualdade tem sido frequentemente considerado um dos maiores problemas sociais da nossa geração. A preocupação generalizada com as grandes disparidades de renda e riqueza alimentou sentimentos antiglobalização ao redor de todo o mundo e ameaça prejudicar os avanços no comércio, investimentos e imigração que temos visto. Um problema fundamental é que discussões contemporâneas sobre a desigualdade têm muitas vezes confundido ela com a pobreza. Não só a desigualdade e a pobreza são conceitualmente diferentes, como uma falha na distinção entre elas pode levar a conclusões problemáticas sobre políticas. Adicionalmente, quando os defensores do mercado criticam políticas redistributivas e programas de assistência do governo, são vistos como anti-pobres.…

Quando eu falo para grupos de estudantes sobre desigualdade, uma das primeiras coisas que peço para eles fazerem é considerar um experimento mental. Imagine uma sociedade em que, por exemplo, os 20% mais ricos ganhem uma média de US$ 60.000 por ano e os 20% mais pobres ganhem uma média de US$ 10.000 por ano. Imagine que a média dos rendimentos de todas as famílias seja em torno de US$ 35.000 por ano. Agora imagine uma sociedade diferente, em que os 20% mais ricos ganhem US$ 150.000 na média e os 20% mais pobres cerca de US$ 18.000. Suponha que a média geral seja cerca de US$ 54.000. Se compararmos…

Neste último final de semana, a The Economist publicou um curto vídeo em sua página no Facebook chamado “O ano do 1%”. O vídeo mostra um gráfico sobre o planeta Terra vista do espaço enquanto uma voz narra: 2016 está marcado para ser um mundo mais desigual do que nunca. Pela primeira vez, o 1% mais rico desfrutará de uma fatia maior da riqueza global do que os outros 99%. O gráfico da The Economist me lembrou de outro gráfico que também mostra duas linhas que em dado momento se cruzam, mas que contam uma história bem diferente. Apesar do crescimento populacional, há menos pessoas vivendo em extrema pobreza hoje…

Eu não me importo se é chamado de socialismo, fascismo, ou comunismo, estatismo é mau e destrutivo. Tomar parcialmente esse caminho com o “socialismo democrático” pode evitar a brutalidade, mas o resultado final ainda é a miséria econômica. Na esperança de provar o meu ponto, eu utilizo desde humor até análise teórica. Mas minha abordagem favorita, baseada em décadas de experiência em conversas individuais, discursos públicos e briefings pessoais, é compartilhar comparações entre países. Tais evidências do mundo real parecem ser as mais persuasivas. Então está na hora de aumentar essa coleção. Vamos voltar em 2011, quando Catherine Rampell estava com o The New York Times e escreveu uma coluna…

“O que causa a pobreza? Nada. Ela é o estado original, o padrão e o ponto inicial. Na verdade, a pergunta é: o que causa a prosperidade?” – Per Bylund Pobreza é o estado ou a condição de possuir pouco ou nenhum dinheiro, patrimônio ou meios de suporte. A pobreza inclui elementos econômicos, sociais e políticos. Um padrão de vida pobre pode incluir o acesso restrito a água potável, uma casa em péssimas condições e/ou ausência de dinheiro suficiente para suprir outras necessidades básicas de uma pessoa, tais como alimentação e saúde. Existem diversos métodos para quantificar a pobreza presente ao redor do mundo, mas o método de análise mais…

Um dos números mais trazidos para discussões sobre liberalismo econômico é o índice de Gini, criado em 1912 pelo italiano Corrado Gini. Esse índice (que é melhor descrito como um coeficiente) pode ser usado como medida de dispersão de qualquer variável de uma amostra, como altura, peso, número de filhos, etc... Mas seu uso mais comum é medir a desigualdade de renda entre as pessoas de uma economia. Apesar de sua fórmula matemática ser complexa, ele é relativamente simples de ser explicado com um exemplo. Podemos supor uma economia de apenas dez pessoas, sendo que a renda da primeira delas é de R$ 1.000, a da segunda é de R$…

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