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A última terça-feira marcou o 25º aniversário do Dia Internacional das Nações Unidas para a Erradicação da Pobreza. A data intencionalmente coincide com o trigésimo aniversário do Call to Action, que viu o ativista francês contra a pobreza, padre Joseph Wresinski, pedir à comunidade internacional, diante de 100 mil parisienses, um "esforço para erradicar a pobreza extrema". Para marcar a ocasião, António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas, apareceu em um pequeno vídeo avaliando o estado atual da pobreza mundial. Apesar de ter apontado questões como desemprego, desigualdade e conflito que continuam em algumas regiões, Guterres observou corretamente que, desde 1990, o mundo fez "progressos notáveis na erradicação da pobreza". Embora…

Hoje mais cedo, o Instituto Fraser publicou a 21ª edição do relatório anual da Liberdade Econômica do Mundo. O think-tank canadense usa 42 dados estatísticos em cinco áreas diferentes (tamanho do governo, direito à propriedade privada, estabilidade econômica, liberdade de comércio internacional e regulamentação) para ranquear a liberdade econômica de 159 países e territórios. Os resultados? Como diz Johan Norberg, "a liberdade é maravilhosa". O que ele quer dizer é que - quase sem exceção - quanto mais livre é o país, mais rápido é seu crescimento econômico e mais alta é a renda de seus cidadãos. O relatório completo está disponível no site do Institute Fraser. Mas aqui estão…

Além de seu trabalho exemplar como membro sênior para o Cato Institute, Johan Norberg produz alguns ótimos vídeos para o Free to Choose Media. Aqui estão alguns que chamaram minha atenção. A tola e contraproducente guerra às drogas. Uma terrível consequência do comunismo cubano. A verdadeira . Mas meu vídeo favorito, o qual compartilhei em janeiro, é sua concisa explicação de por que os políticos devem focar em combater a pobreza em vez de reduzir a desigualdade. Estou postando novamente para preparar o terreno para uma discussão sobre desigualdade e justiça. Agora vamos entrar no principal tópico de hoje. Um estudo de três acadêmicos do Departamento de Psicologia de Yale…

É maravilhoso que a Oxfam reconheça o "progresso surpreendente na redução da pobreza" nas últimas décadas, e que "os negócios podem ser uma grande força para o bem" a este respeito. Mas eu quero ser ganancioso. Quero que a Oxfam e todas as outras organizações que, com louvável razão, desejam ver uma redução na extensão da pobreza global, deem mais um passo: reconheçam que muito desse progresso surpreendente andou lado a lado com o crescimento e a difusão do livre comércio, da democracia, dos direitos de propriedade e do estado de direito em todo o mundo. Esta semana, houve um debate no CapX - antes de um debate semelhante organizado…

Quando eu falo para grupos de estudantes sobre desigualdade, uma das primeiras coisas que peço para eles fazerem é considerar um experimento mental. Imagine uma sociedade em que, por exemplo, os 20% mais ricos ganhem uma média de US$ 60.000 por ano e os 20% mais pobres ganhem uma média de US$ 10.000 por ano. Imagine que a média dos rendimentos de todas as famílias seja em torno de US$ 35.000 por ano. Agora imagine uma sociedade diferente, em que os 20% mais ricos ganhem US$ 150.000 na média e os 20% mais pobres cerca de US$ 18.000. Suponha que a média geral seja cerca de US$ 54.000. Se compararmos…

Eu não me importo se é chamado de socialismo, fascismo, ou comunismo, estatismo é mau e destrutivo. Tomar parcialmente esse caminho com o “socialismo democrático” pode evitar a brutalidade, mas o resultado final ainda é a miséria econômica. Na esperança de provar o meu ponto, eu utilizo desde humor até análise teórica. Mas minha abordagem favorita, baseada em décadas de experiência em conversas individuais, discursos públicos e briefings pessoais, é compartilhar comparações entre países. Tais evidências do mundo real parecem ser as mais persuasivas. Então está na hora de aumentar essa coleção. Vamos voltar em 2011, quando Catherine Rampell estava com o The New York Times e escreveu uma coluna…

Um dos motivos por que algumas pessoas veem o liberalismo econômico com certo ceticismo é a impressão que têm de que ele faria piorar a situação da população pobre. Pressupõe-se que é o Estado que garante a essas pessoas um mínimo de qualidade de vida, e que retirar essa muleta seria condená-los à inevitável miséria. Esse artigo investiga se essa impressão tem ou não respaldo na realidade. Faremos isso comparando, para todas as 114 economias para as quais há dados disponíveis, seu grau de liberdade econômica e o padrão de vida de sua população mais pobre. Se a suposição acima for verdadeira, encontraremos uma relação negativa entre essas duas medidas.…

Um dos números mais trazidos para discussões sobre liberalismo econômico é o índice de Gini, criado em 1912 pelo italiano Corrado Gini. Esse índice (que é melhor descrito como um coeficiente) pode ser usado como medida de dispersão de qualquer variável de uma amostra, como altura, peso, número de filhos, etc... Mas seu uso mais comum é medir a desigualdade de renda entre as pessoas de uma economia. Apesar de sua fórmula matemática ser complexa, ele é relativamente simples de ser explicado com um exemplo. Podemos supor uma economia de apenas dez pessoas, sendo que a renda da primeira delas é de R$ 1.000, a da segunda é de R$…

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