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O problema da desigualdade tem sido frequentemente considerado um dos maiores problemas sociais da nossa geração. A preocupação generalizada com as grandes disparidades de renda e riqueza alimentou sentimentos antiglobalização ao redor de todo o mundo e ameaça prejudicar os avanços no comércio, investimentos e imigração que temos visto. Um problema fundamental é que discussões contemporâneas sobre a desigualdade têm muitas vezes confundido ela com a pobreza. Não só a desigualdade e a pobreza são conceitualmente diferentes, como uma falha na distinção entre elas pode levar a conclusões problemáticas sobre políticas. Adicionalmente, quando os defensores do mercado criticam políticas redistributivas e programas de assistência do governo, são vistos como anti-pobres.…

O senador Bernie Sanders deseja aumentar drasticamente o fardo do Estado e alega que suas políticas não levarão à miséria econômica porque países como a Suécia mostram que é possível ter um país próspero com um forte estado de bem-estar social. Talvez, mas há graus de prosperidade. E um grande setor público impõe um fardo significante nas nações nórdicas, resultando em padrões de vida abaixo do nível americano de acordo com dados da OCDE. Além do mais, de acordo com a pesquisa de um economista sueco, pessoas de descendência escandinava nos EUA produzem e recebem muito mais do que seus correspondentes nos países de origem. Isso não é exatamente um…

Já escrevi anteriormente que muitas nações europeias estão condenadas ao caos demográfico e ao caos fiscal, mas muita gente não se importa tanto com o futuro. Bernie Sanders, por exemplo, olha para nações como Dinamarca e Suécia de hoje e diz que os Estados Unidos deveriam copiar seus caros Estados do bem-estar social. Ele tem razão? Bom, depende dos parâmetros. Se, por qualquer razão, alguém estivesse segurando uma arma contra minha cabeça e exigisse que copiássemos as políticas de alguma nação da União Europeia, os países nórdicos estariam entre minhas primeiras escolhas. Sim, seus Estados de bem-estar social são grandes demais, mas eles de alguma forma compensam esse erro ao…

Toda vez que há uma discussão sobre as nações nórdicas, eu me sinto confuso. Eu não gosto de impostos punitivamente altos e níveis de redistribuição social destrutivos em nações como a Dinamarca, mas eu admiro as políticas de laissez-faire que esses países têm em relação a regulamentação, comércio e direitos de propriedade. De fato, nesses últimos pontos, vale notar que as nações nórdicas são mais economicamente livres que os Estados Unidos, de acordo com especialistas do Fraser Institute que preparam o Liberdade Econômica no Mundo. Consideremos o exemplo da Suécia. O país tem um programa robusto de vouchers escolares e um sistema de previdência social parcialmente privatizado. Além disso, as…

Os países nórdicos europeus são frequentemente lembrados por entusiastas de Estados prolixos como exemplos de sucesso das políticas que defendem. Nesse artigo, vamos investigar a história econômica recente do mais citado deles: a Suécia. A análise geralmente feita é simples e superficial: a Suécia é um país rico e sem pobreza, seu governo interfere na economia e distribui generosos benefícios à população, logo o Estado é um agente importante na redução da pobreza e no desenvolvimento econômico. É preciso uma análise mais rigorosa para perceber que a realidade não é bem assim. Do começo do século XIX até hoje, é possível enxergar cinco fases distintas na economia sueca. Vamos analisar…

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