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Steven Horwitz

  • Críticos do liberalismo e da economia de mercado criaram há muito tempo o hábito de inventar termos que (nós liberais) jamais usaríamos para nos descrever. O mais comum deles é “neoliberal” ou “neoliberalismo”, que parece significar o que quer que os críticos desejem que signifique para descrever as ideias que eles não gostam. Na medida em que os termos têm definições claras, eles certamente não coincidem com as visões reais…

  • Quando eu falo para grupos de estudantes sobre desigualdade, uma das primeiras coisas que peço para eles fazerem é considerar um experimento mental. Imagine uma sociedade em que, por exemplo, os 20% mais ricos ganhem uma média de US$ 60.000 por ano e os 20% mais pobres ganhem uma média de US$ 10.000 por ano. Imagine que a média dos rendimentos de todas as famílias seja em torno de US$…

  • Uma das reclamações comuns em relação a permitir que as pessoas vivam suas vidas livres de interferências políticas é que muitas delas não são capazes o suficiente para administrar suas próprias vidas. Tais críticas são geralmente respostas ao argumento feito por muitos do outro lado, o de que a razão pela qual às pessoas deve ser permitida a liberdade é precisamente que nós somos capazes o suficiente para administrar nossas…

  • Os críticos frequentemente acusam o mercado e o capitalismo de piorarem a vida dos pobres. O refrão é certamente comum nos corredores da academia esquerdista, e também em círculos intelectuais mais amplos. Mas, como tantas outras críticas ao capitalismo, essa ignora os fatos da história, tão reais e tão disponíveis. Nada fez mais para tirar a humanidade da pobreza do que a economia de mercado. Essa alegação é verdadeira, quer…

  • Como pode haver tantos estudantes convencidos de que eles deveriam receber notas mais altas por trabalhos que eles passaram tanto tempo escrevendo? Não é uma crença na qualidade de seus trabalhos; é uma crença nas horas e horas gastas na elaboração deles. O desentendimento fundamental sobre o valor do trabalho está no centro da crítica marxista ao capitalismo. O Centro de Tudo Por milhares de anos, a humanidade tinha certeza…

  • “Os traços de medo e ganância são o que o mercado traz à proeminência”, argumenta G.A. Cohen em Why Not Socialism?1 “Cada um predominantemente vê os demais atores do mercado como possíveis fontes de enriquecimento, e como ameaças a seu sucesso.” Cohen nota mais à frente que essa é “uma maneira horrível de ver outras pessoas” e que é o “resultado de séculos de civilização capitalista.” Como seria bom se…