Artigos de Marian L. Tupy

O excelente artigo de Robert Colvile tratando da incompreensão do príncipe Charles sobre as causas da pobreza africana oferece uma boa oportunidade para examinar mais de perto a história econômica de África. A pobreza africana não foi causada pelo colonialismo, capitalismo ou pelo livre comércio. Como observei anteriormente, muitas das antigas dependências europeias tornaram-se ricas precisamente porque mantiveram muitas das instituições coloniais e participaram no comércio global. A pobreza africana antecedeu o contato do continente com a Europa, e persiste hoje. Ela é resultado de escolhas políticas infelizes, a maioria feita livremente pelos líderes africanos após a independência. Como a Europa, a África começou desesperadoramente pobre. O falecido professor Angus…

A África Subsaariana consiste de 46 países e cobre uma área de 24 km2 milhões. Uma em cada sete pessoas da Terra vive na África, e a proporção que o continente tem da população mundial só tem como crescer porque a taxa de fertilidade na África permanece mais alta do que em outros lugares. Se a tendência atual continuar, haverá mais pessoas na Nigéria do que nos Estados Unidos em 2050. O que acontece na África, portanto, é importante não somente para as pessoas que vivem no continente, mas também para o resto de nós. O continente da esperança A África pode ser o continente mais pobre do mundo, mas…

O socialismo está de volta à moda, principalmente entre jovens universitários americanos. Eles são jovens demais para se lembrarem da Guerra Fria, e poucos estudam história. Esse é, portanto, um bom momento para lembrar à geração Y o que o socialismo rendeu – especialmente em alguns dos países mais pobres do mundo. Aqueles de nós que se lembram do início da década de 80, sempre se lembrarão das imagens de crianças etíopes passando fome. Com umbigos engolidos por kwashiorkor e olhos cobertos de moscas, essas foram as inocentes vítimas dos Derg – um grupo de militantes marxistas que tomaram o governo etíope e usaram a inanição como forma de dominar…

A grande jornalista, novelista e escritora de viagem do século XX, Martha Gellhorn, (1908 – 1998) estava bem familiarizada com guerras, fome e doença – que ela insistia em ver com seus próprios olhos. Em 1937, ela estava em Madrid e testemunhou o fim obscuro da guerra civil espanhola. Em 1938, ela estava em Praga quando milhares de Tchecos desalojados, que estavam escapando das Sudetas depois do Acordo de Munique, encheram estações de trens em busca de comida e abrigo. Em 1945, ela acompanhou o sétimo exército americano na libertação do campo de concentração de Dachau dos homicidas nacional-socialistas. Gellhorn foi uma das primeiras mulheres correspondentes de guerra e feministas…

Close
MENUMENU