facebook_pixel

Esse artigo é o último de uma série de três que, todos juntos, foram originalmente publicados como o ensaio The House That Uncle Sam Built no Foundation for Economic Education. O primeiro artigo foi publicado no dia 23 de março, e o segundo no dia 5 de abril.


Desregulamentação, a falsa culpada

figura 5

É nitidamente incorreto afirmar que a crise atual foi produzida pela desregulamentação. Enquanto é verdade que novos instrumentos como os swaps de crédito não foram sujeitos a uma grande quantidade de regulamentação, isso ocorreu em grande parte porque eram novos. Além do mais, a sua mera existência foi uma consequência não intencional de todas as outras regulamentações e intervenções nos mercados imobiliário e financeiro que aconteceram nas décadas anteriores. A mais notável “desregulamentação” no mercado financeiro que aconteceu nos dez anos anteriores ao colapso de 2008 foi o Gramm-Leach-Bliley Act, em 1999, na administração do presidente Clinton, que permitiu que bancos comerciais, bancos de investimentos, e empresas de valores mobiliários fundissem de qualquer maneira que desejassem, eliminando regulamentações que existiam desde a era do New Deal e que impediam esse tipo de atividade. O efeito dessa lei na bolha imobiliária em si foi mínimo. Aliás, a passagem dessa lei acabou sendo útil — e não prejudicial — durante a crise de 2008, porque bancos de investimento em crise puderam fundir com bancos comerciais e evitar a falência.

Ao final, a bolha imobiliária tinha de encontrar seu fim, e com ela o colapso dos instrumentos construídos em cima dela. Booms1 financiados por inflação acabam quando os setores que estão sendo artificialmente estimulados pela inflação encontram crescente dificuldade em comprar insumos que eles precisam a preços que sejam lucrativos, e têm também cada vez mais dificuldade em encontrar compradores para os seus produtos. No final de 2006, os preços de residências chegaram no topo e começaram a cair quando o mercado saturado e o alto preço de insumos causado pela corrida à construção de anos anteriores começaram a mostrar seus efeitos.

A queda dos preços no mercado imobiliário teve duas principais consequências para a economia. Primeiro, os proprietários encontraram-se em dificuldades com suas hipotecas. As hipotecas que tinham pouco ou nenhum depósito em garantia, que haviam permitido a tantas pessoas comprar casas sob a premissa de que seus preços continuariam a subir, voltaram para atacá-las. A depreciação no valor das casas significou que agora essas pessoas deviam mais do que valiam suas casas. Esse problema foi agravado em alguns casos por hipotecas com taxas ajustáveis, que eram atrativamente baixas nos primeiros anos e depois saltavam de volta a patamares de mercado. Muitas dessas hipotecas eram em casas que as pessoas usavam para “reforma e revenda” esperando obter lucro no investimento, não para moradia. Tomadores de empréstimos conseguiam pagar essas taxas atrativas iniciais porque acreditavam que recuperariam esses custos com o ganho de apreciação no valor da casa. Mas com o colapso dos preços no mercado imobiliário, essas casas não podiam mais ser vendidas com lucro, e quando as taxas se ajustaram, muitos proprietários não conseguiram mais bancar os pagamentos. Execuções bancárias dispararam.

citação 4

Segundo, com os preços de residências caindo e execuções bancárias aumentando, o fluxo de pagamentos indo em direção àqueles instrumentos lastreados em hipotecas começou a secar. Investidores começaram a reavaliar a qualidade daqueles títulos. Assim que foi se tornando claro que muitos dos títulos eram sobre hipotecas com taxas crescentes de calote e residências com preços em queda, o valor de mercado desses títulos começou a cair. Os bancos de investimentos que mantinham altas quantidades desses títulos foram forçados a tomar grandes prejuízos. As perdas nos títulos significaram enormes perdas para aqueles que vendiam swaps de crédito, particularmente a AIG. Com os principais bancos de investimento dando baixa em tantos de seus ativos e tanta incerteza sobre o futuro dessas companhias e seu setor, o fluxo de crédito nesse mercado específico, de fato, secou. Mas esse mercado é apenas uma pequena parte de todo o setor financeiro e de bancos comerciais. Ainda há muito debate sobre a gravidade exata da crise no início de setembro. Mas mesmo que ela fosse real, contudo, o correto a se fazer era deixar essas empresas quebrar e utilizar processos normais de concordata para reestruturar seus balancetes.

A recessão é a recuperação

O início da recessão, e suas visíveis manifestações no crescente desemprego e em empresas quebrando, levaram muitos a pedir um “plano de recuperação”. Mas foi a tentativa equivocada de “planejar” o sistema monetário e o mercado imobiliário que nos trouxe tantos problemas para começar. Além do mais, a recessão é o processo pelo qual os mercados se recuperam. Quando alguém constrói um arranha-céu de 70 andares sobre uma fundação feita para um pequeno chalé, o prédio deve vir abaixo. Não há por que amarrar um elaborado sistema de barras e suportes para sustentar essa insegura estrutura em pé. Infelizmente, uma vez que as fragilidades na economia americana foram expostas, foi exatamente isso que o governo americano decidiu fazer.

Um dos grandes problemas com a resposta do governo americano à crise foi a falta do entendimento de que a fase de colapso é, na verdade, a correção de erros anteriores. Quando as empresas vão à falência e trabalhadores são demitidos, quando bancos reconsideram os critérios pelos quais fazem empréstimos, quando as empresas começam a registrar os maus investimentos (corretamente) como perdas, a economia está, na verdade, corrigindo erros anteriores. Talvez seja tentador manter os trabalhadores nos setores de boom ou manter a posição em investimentos, mas a economia precisa mudar o seu foco. Precisamos permitir que as correções sigam seu caminho. De outra forma, estaremos apenas armando uma queda mais dolorosa no futuro. (Lembre-se que a crise de 2008 aconteceu porque o Federal Reserve2 não queria que a economia passasse pelo doloroso processo de se reorganizar depois do colapso da bolha da internet.) Capital e trabalho precisam ser realocados, as expectativas devem ser ajustadas, e o sistema econômico precisa acomodar as preferências dos consumidores e as reais restrições de recursos que os produtores encontram. Esses ajustes não são agradáveis; eles são com frequência extremamente dolorosos para os indivíduos que precisam fazê-los, mas são também essenciais para colocar o sistema de volta nos trilhos.

citação 5

Quando o governo toma medidas para impedir o ajuste, ele apenas retarda e prolonga o processo de correção. Políticas governamentais de crédito fácil produzem o boom. Políticas governamentais de crédito fácil projetadas para impedir o colapso têm o potencial de transformar uma correção de mercado em uma crise econômica generalizada.

Ninguém quer ver os negócios de família quebrarem, ou vizinhos perderem seus empregos, ou instituições de caridade esgotadas além de sua capacidade. Mas em uma economia de mercado, a falência e liquidação são dois dos principais mecanismos pelos quais recursos são realocados para corrigir erros tomados em decisões anteriores. Como disse Lionel Robbins em The Great Depression3: “Se falência e liquidação pudessem ser evitadas por financiamento apropriado, ninguém se oporia a tais medidas. Tudo o que é afirmado aqui é que quando a quantidade de investimentos ruins e o super-endividamento passam de certo limite, medidas que posterguem a liquidação só tendem a tornar as coisas piores.”

Enxergar a recessão como um processo de recuperação implica entender também que o que parece uma notícia ruim é frequentemente um remédio necessário. Por exemplo, notícias de dificuldade nas vendas de casas, queda na quantidade de novas construções, ou perda de empregos no setor financeiro são reportadas como más notícias. De fato, essa é uma parte necessária da recuperação, pois esses dados são evidência de que o mercado está corrigindo os erros do boom. Nós construímos casas demais e destinamos recursos demais a instrumentos financeiros que resultaram do boom imobiliário. Acertar a economia novamente exige que os recursos saiam desses setores em direção a novas áreas. Políticos sempre dizem saber onde os recursos devem ser alocados, mas a Grande Recessão de 2008 é apenas a prova mais recente de que eles na verdade não sabem.

Incertezas criadas pelo governo derrubaram o S&P 500 (não a quebra da Lehman's). Fonte: Yahoo Finance.
Incertezas criadas pelo governo derrubaram o S&P 500 (não a quebra da Lehman’s). Fonte: Yahoo Finance.

A administração Bush apenas piorou as coisas quando resgatou a Bear Sterns na primavera de 2008. Isso mandou uma mensagem clara para as companhias financeiras de que elas talvez não precisassem pagar o preço de seus erros. Depois desse zigue, o governo zagueou ao deixar a Lehman Brothers falir. Há aqueles que argumentam que deixar a Lehman Brothers falir precipitou a crise. Nós argumentaríamos que a quebra da Lehman Brothers foi um sintoma de problemas reais que nós já ressaltamos. Uma vez que o governo federal gerou a expectativa de que as companhias seriam resgatadas, a recusa do governo em resgatar a Lehman Brothers confundiu e surpreendeu os investidores, levando muitos a retirarem-se do mercado. Essa reação não é necessariamente uma consequência de deixar companhias grandes quebrarem, mas sim o resultado de políticas governamentais confusas e conflitantes. A tremenda incerteza criada pelas mudanças arbitrárias e imprevisíveis do governo –- mais notadamente o pouco convincente testemunho de Bernanke e Paulson em 23 de setembro de 2008 sobre os detalhes do programa Troubled Asset Relief4 –- foi a causa das retiradas de investidores que apressaram os enormes resgates que aconteceram no outono, incluindo os de Fannie Mae e Freddie Mac.

O programa de resgates do presidente Bush foi problemático de pelo menos duas maneiras. Primeiro, o racional para uma ação do governo tão agressiva, incluindo a ação do Fed de injetar bilhões de dólares em novas reservas bancárias, foi a de que o mercado de crédito havia congelado e empréstimos não estavam sendo feitos. Diversos observadores da época questionaram essa afirmação lembrando que o número agregado de novos empréstimos, mesmo crescendo muito mais devagar do que nos meses anteriores, não havia caído a zero.

Os mercados onde os principais bancos de investimento atuavam, de fato, reduziram para marcha lenta, tanto porque muito de suas carteiras de ativos relacionados ao mercado imobiliário estavam revelando-se investimentos ruins quanto por causa das políticas inconsistentes que geraram muita incerteza. O setor de bancos comerciais, no entanto, continuava a emprestar nos mesmos níveis de antes.

Mais importante ainda é esse fato: os vários programas de resgate prolongaram a persistência dos mesmos erros que estavam em processo de ser corrigidos! Resgatar firmas que estão sofrendo grandes perdas por causa de investimentos errados simplesmente prolonga esses investimentos ruins e evita a realocação necessária de recursos.

grafico 6
O tamanho da base monetária ajustada dobrou em apenas um ano. Fonte: Federal Reserve Bank de St. Louis.

O pacote de estímulos da administração Obama de quase 800 bilhões de dólares em fevereiro de 2009 também foi baseado em falsas premissas sobre a natureza de recessões e recuperações. De fato, essas foram as mesmas falsas premissas que instruíram a famigerada abordagem da administração Bush à crise. A justificativa oficial para o estímulo foi que apenas uma “pancada” nos gastos governamentais poderia reanimar a economia.

A falácia da criação de empregos através do governo foi exposta primeiramente pelo economista francês Bastiat no século XIX, com sua história da janela quebrada. Imagine que um garoto jovem atire uma pedra em uma janela, quebrando-a. As pessoas da cidade se juntam a lamentar a perda do dono da loja. Mas depois alguém percebe que isso significa mais negócios para o vidraceiro. E outro observa que o vidraceiro terá mais dinheiro para gastar em sapatos novos. E o sapateiro terá dinheiro para gastar em um terno novo. Logo, a multidão se convence de que a janela quebrada foi, na verdade, uma coisa boa.

A falácia, é claro, é que se a janela jamais tivesse sido quebrada, o dono da loja ainda teria a janela funcionando e poderia gastar o dinheiro em outra coisa, tal como mais estoque para a sua loja. Tudo que a janela quebrada faz é obrigar o dono da loja a gastar dinheiro que ele não teria que gastar se a janela tivesse sido deixada intacta. Não há ganho em riqueza aqui. Se houvesse, por que não recomendaríamos revoltas urbanas como programa de recuperação econômica?

Quando o governo tenta “criar” um emprego, não é diferente do vândalo que “cria” trabalho para o vidraceiro. Há apenas três maneiras para um governo adquirir recursos: ele pode tributar, pode pegar emprestado, ou pode imprimir dinheiro (inflacionar). Não importa qual o método que o governo utiliza para adquirir os recursos, o dinheiro que o governo gasta em qualquer estímulo tem que ser retirado do setor privado. Se for por impostos, é óbvio que o setor privado tem menos para gastar, levando a perdas que no mínimo cancelam os empregos criados pelo governo. Se é pegando emprestado, isso diminui a poupança disponível ao setor privado (e aumenta as taxas de juros no processo), reduzindo o valor que o setor privado pode pegar emprestado e os empregos que pode criar. Se é imprimindo dinheiro, reduz o poder aquisitivo da renda e da poupança do setor privado. Quando adicionamos isso à ineficiência geral do setor público altamente politizado, é bem provável que programas de gastos do governo custem mais empregos no setor privado do que criam.

Média do crescimento do PIB em 1990-2007. Depois de onze pacotes de estímulos, a economia japonesa fracassou em atingir crescimento normal.
Média do crescimento do PIB em 1990-2007. Depois de onze pacotes de estímulos, a economia japonesa fracassou em atingir crescimento normal.

A experiência japonesa durante os anos 90 é reveladora. Seguindo o colapso de sua própria bolha no setor imobiliário, o governo japonês lançou um agressivo esforço para empurrar a economia. Entre 1992 e 1995, o Japão passou seis programas diferentes de estímulos totalizando 65,5 trilhões de ienes. Mas eles continuaram subindo a aposta. Em abril de 1998 eles passaram um pacote de estímulos de 16,7 trilhões de ienes. Em novembro do mesmo ano, foram mais 23,9 trilhões de ienes. Depois houve um pacote de 18 trilhões em 1999 e outro de 11 trilhões de ienes em 2000. No total, o governo japonês passou dez (!) diferentes pacotes de “estímulos” fiscais, totalizando mais de 100 trilhões de ienes. Apesar de todos esses esforços, a economia japonesa ainda definha. Hoje a relação dívida/PIB japonesa é uma das mais altas do mundo industrializado, não tendo ganho nada em troca. Esse não é um modelo que nós deveríamos querer imitar.

É também o mesmo erro que os Estados Unidos cometeram durante a Grande Depressão, quando tanto o governo Hoover quanto o governo Roosevelt travaram uma luta contra a recessão que se aprofundava utilizando fortemente a máquina pública, e isso só fez as coisas piorarem. Além dos erros cometidos pelo Federal Reserve System que exacerbaram a crise que ele criou com políticas inflacionárias nos anos 20, o próprio Hoover tentou evitar uma necessária queda nos salários convencendo grandes indústrias a não cortar salários, assim como propondo aumentos significantes em empreendimentos públicos e, finalmente, um aumento de impostos. Tudo isso piorou a depressão.

O programa New Deal do presidente Roosevelt continuou essa linha de políticas erradas. Apesar de afirmações durante a recessão atual5 de que o New Deal teria nos salvado do desastre econômico, pesquisas recentes afirmaram categoricamente que o New Deal não salvou a economia. Políticas como a Agricultural Adjustment Act6 e a National Industrial Recovery Act7 só interferiram com a tentativa do mercado de se ajustar e recuperar, prolongando a crise. Políticas subsequentes assustaram investidores porque estavam inseguros quanto ao modo e à intensidade de novas intervenções. O resultado foi que seis anos depois da chegada do New Deal, as taxas de desemprego ainda estavam acima dos 17% e o PIB per capita ainda estava bem abaixo de sua tendência de longo prazo.

Em anos mais recentes, a tentativa do presidente Nixon de combater a estagflação no início dos anos 70 com controle de preços e salários foi rapidamente abandonada, pois não fez nada para reduzir a inflação ou o desemprego. O mais revelador para o nosso caso é o fato de que as políticas expansionistas do Fed no início dessa década tinham a intenção de “amenizar a pancada” do estouro da bolha da internet em 2001. É claro que essas políticas nos deram o boom inflacionário que produziu a crise que começou em 2008. Se a recessão atual se alongar ou tornar-se uma segunda Grande Depressão, não será por causa de problemas inerentes aos mercados, mas porque a resposta política para um boom e colapso gerados politicamente impediu que o processo de correção de erro fizesse o seu trabalho. A crença de que intervenções estatais em larga escala é a chave para nos tirar da recessão é um mito que já foi provado errado tanto pela história quanto por eventos recentes.

O futuro que espera nossos filhos

Comentaristas tiveram um dia e tanto contando os trilhões de dólares que foram comprometidos durante o resgate do presidente Bush, o estímulo do presidente Obama, e a proposta da presidência para o orçamento de 2010. A explosão de gastos e de dívida pública, qualquer que seja o resultado final, é sem precedentes por qualquer medida. Ela irá crowd out uma porção significativa de investimentos privados, reduzindo as taxas de crescimento e salários no futuro. Nós estamos, na prática, reduzindo os salários dos nossos filhos amanhã para pagar as contas de hoje e ontem.

Uma grande dívida pública também é uma tentação para a inflação. Para que os governos peguem emprestado, é necessário que haja alguém disposto a comprar seus títulos. Se a confiança no governo cair o suficiente (a China, em particular, já expressou alguma relutância em continuar comprando nossos títulos), é possível que compradores não apareçam tão facilmente. Isso coloca pressão para as autoridades responsáveis pela política monetária do governo “lubrificarem” o sistema criando dinheiro novo e crédito do nada.

Então, mesmo que a economia dê uma levantada no curto prazo, seja como resultado de seus próprios mecanismos de correção ou seja pela inflação da moeda e do crédito pelo governo, nós não nos recuperamos da ressaca. Repetir as causas da Grande Recessão de 2008 -– dinheiro fácil, intervenções regulatórias para direcionar o capital para áreas insustentáveis, políticos e legisladores despistando o mercado financeiro -– dificilmente trará qualquer coisa além dos mesmos resultados; inflação no preço dos ativos e um derradeiro “ajuste” que chamamos de recessão ou depressão. No caminho, acumularemos dívidas monumentais que aumentarão a queda futura e nos colocarão mais peso nas costas.

A menos que nós comecemos a desfazer os erros da última década ou mais, o futuro que espera os nossos filhos será mais pobre e menos livre do que deveria ser. Enquanto os políticos estiverem endividando futuras gerações na ordem dos trilhões de dólares, gerindo e subsidiando fabricantes de automóveis e companhias de seguro, gastando cegamente, e entusiasmadamente imprimindo dinheiro –- enquanto culpam o livre-mercado por seus próprios erros, ainda teremos muito a aprender.

Como notoriamente disse Albert Einstein, fazer a mesma coisa repetidamente esperando resultados diferentes é a própria definição de insanidade. O melhor que podemos esperar é aprender as lições certas dessa crise. Não podemos nos dar ao luxo de repetir as erradas.

citação 6


Esse artigo é o último de uma série de três que, todos juntos, foram originalmente publicados como o ensaio The House That Uncle Sam Built no Foundation for Economic Education.


Peter Boettke é professor de economia e filosofia na George Mason University e diretor do Programa F.A. Hayek para Estudos Avançados em Filosofia, Política e Economia no Mercatus Center. Ele é membro da rede de docentes do FEE.

Steven Horwitz é professor de economia na St. Lawrence University e autor de Microfoundations and Macroeconomics: An Austrian Perspective.


Notas:

  1. Palavra usada no inglês, sem tradução para o português, que significa período de alto crescimento econômico, geralmente seguido por uma recessão. (N. do T.)
  2. Banco central americano, às vezes chamado de Fed. (N. do E.)
  3. A Grande Depressão, em tradução livre. (N. do T.)
  4. Alívio a Ativos Problemáticos, em tradução livre. (N. do T.)
  5. Este ensaio foi originalmente publicado em 2009. (N. do E.)
  6. Lei de Ajuste da Agricultura, em tradução livre. (N. do T.)
  7. Lei de Recuperação da Indústria Nacional, em tradução livre (N. do T.)

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Close